Ter uma audição saudável é fundamental em todas as fases da vida, especialmente nos primeiros anos. Afinal, a criança precisa da audição para desenvolver a fala e se comunicar com clareza. Por isso, é importante verificar o funcionamento da audição, a fim de identificar quaisquer problemas auditivos que possam existir. Quanto mais precoce o problema for identificado e iniciado o tratamento, melhores serão os resultados no acompanhamento da criança.

Logo após o nascimento é realizada a triagem auditiva neonatal, conhecido como “teste da orelhinha”. No entanto, a triagem é apenas a condição inicial de acompanhamento da saúde auditiva. A recomendação é fazer uma avaliação audiométrica pelo menos uma vez por ano, principalmente em crianças com idade escolar. Essa avaliação é realizada pelo fonoaudiólogo para medir a capacidade de uma pessoa para ouvir diferentes sons, tons ou frequências. O exame é essencial para prevenção, diagnóstico e tratamento de problemas auditivos.

A audiometria é o exame mais comum e é realizado com fones de ouvido, em cabine acústica, e identifica possíveis alterações auditivas. O exame é rápido, indolor e não-invasivo, fornece informações como o tipo (onde está localizada a lesão) e o grau de perda auditiva, que são informações fundamentais para determinar o tipo de tratamento mais indicado. Dentre opções de reabilitação auditiva estão o uso de aparelho auditivo, terapia de linguagem e o implante coclear – dispositivo eletrônico, parcialmente implantado, que visa proporcionar aos seus usuários sensação auditiva próxima ao fisiológico.

Perda auditiva e Distúrbio do Processamento Auditivo Central

É necessário ficar atento a alguns sinais que podem indicar que seu filho tem alguma dificuldade auditiva. Alguns desses sintomas são: assistir à televisão num volume mais alto que outros membros da família; posicionar um dos ouvidos para a frente quando está ouvindo; dificuldades na escola; alterações no comportamento em sala de aula e em casa; desatenção excessiva e falar mais alto que o habitual.

Além perda auditiva são muito comuns os casos de Distúrbio do Processamento Auditivo Central (DPAC). Nesses casos a criança tem a capacidade auditiva preservada, mas apresenta dificuldades no processamento do som como, por exemplo, acompanhar uma conversa quando tem outros barulhos ao mesmo tempo. Os sintomas muitas vezes podem ser confundidos com dificuldades de atenção ou de perda auditivo. Se o seu filho apresentar dificuldade para localizar de onde vem os sons, identificar a que distância estão, memorizar o que foi dito e ter dificuldade para entender a fala em locais barulhentos, ele pode ser diagnosticado com DPAC.

Portanto, aos primeiros sinais de dificuldade na audição, linguagem ou aprendizado, é indicado buscar um especialista para avaliar se há disfunção do processamento auditivo ou a perda auditiva. No primeiro caso, o tratamento é realizado com exercícios específicos para as habilidades auditivas alteradas e treinamento com fones de ouvido. Com o uso de cabine acústica (TAF) ou treinamento auditivo convencional, geralmente não é um tratamento prolongado. Já nos casos de perda auditiva, o uso do aparelho auditivo é o mais indicado.

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